Um final que não combina com uma final

A conquista da Libertadores consagra uma geração de craques criados na Vila Belmiro. O Santos está de parabéns. Pelo título. Pois as cenas da briga que tomou conta do gramado do Pacaembu rodaram o mundo junto com a notícia da vitória santista e acendeu um alerta importante.

Clubes, federações e a confederação nacional precisam urgentemente conscientizar-se de que o Brasil está, mais do nunca, na vitrine do futebol mundial. É preciso que se tenha cuidados redobrados na organização de grandes eventos do futebol, como a final da Libertadores. Não se pode mais admitir que figuras como o sujeito conhecido por “Destroyer” – apontado como o iniciador da pancadaria – continuem rondando gramados e arquibancadas (e sedes de clubes).

Nosso futebol precisa ser reconhecido apenas pelo seu brilhantismo, sem que manchetes como estas, a seguir, ofusquem nossas conquistas. E cabe a todos os envolvidos com o esporte, dentro e fora de campo, evitar que isso se repita.

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