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  • Menina da arquibancada 22:53 on 22/08/2016 Permalink | Responder
    Tags: CBF, , , , , ,   

    Copa do Brasil de futebol feminino: confira a tabela da primeira fase 

    A Copa do Brasil de futebol feminino começa no dia 24 de agosto. A competição reúne equipes de todo o país e vale vaga na Copa Libertadores da América de 2017.

    Confira a tabela da primeira fase:

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  • Menina da arquibancada 20:39 on 22/08/2016 Permalink | Responder
    Tags: CBF, , ,   

    “CBF sabota o futebol feminino” diz pesquisadora 

    Em entrevista ao jornal alemão Deutsche Welle, a pesquisadora Katia Rubio, autora de 24 livros sobre psicologia do esporte e estudos olímpicos, criticou duramente a forma como a Confederação Brasileira de Futebol conduz o futebol feminino no país. Leia o trecho em que ela fala sobre o tema:

    DW: Foi veiculado na imprensa que a CBF estuda desfazer o time permanente de futebol feminino. O que a senhora acha dessa atitude?

    Katia Rubio: Só mostra o tipo de gente à frente do esporte no Brasil. Por isso eu defendo que o futebol masculino saia das Olimpíadas e fique só o feminino. Porque elas, com toda a falta de estrutura, chegam a disputar uma medalha de bronze. Elas ficam na Vila Olímpica e criam uma relação com o movimento olímpico, algo que o futebol masculino não faz. Até quando as mulheres brasileiras vão ter que mendigar respeito e espaço no futebol? Isso tudo porque temos uma confederação que deliberadamente impede odesenvolvimento do futebol feminino no Brasil.

    DW: Por que é importante ter uma seleção permanente para as mulheres?

    Kátia Rubio: Os homens têm outro foco, que é a Copa do Mundo. As mulheres não têm isso, a única coisa que dá visibilidade para o futebol feminino brasileiro, que vive em uma eterna UTI, é a Olimpíada. Chega a Rio 2016, e a seleção feminina começa a ter mais visibilidade do que a masculina, isso é um tapa na cara dos dirigentes. Como pode uma seleção com tão pouco investimento ser tão querida pelo público? Eu tenho a impressão que o próprio técnico da seleção feminina, seguindo instruções, trabalhou para que elas não chegassem lá. A forma como ele escalou o time, deixando de fora meninas que eram fundamentais na organização da equipe… Há coisas que estão acontecendo lá dentro que o público não sabe. E elas, por temerem perder o pouco que têm, não denunciam. Enquanto não houver um movimento de valorização do esporte feminino, a gente não vai ver essas meninas ganharem medalhas.

    A pesquisadora afirmou ainda que o Brasil é uma “terra de atletas órfãos”. Leia a reportagem: http://www.jornalfloripa.com.br/noticia.php?id=373137

     
  • Menina da arquibancada 11:41 on 14/04/2012 Permalink | Responder
    Tags: CBF, , , kleiton lima, londres 2012, , patrícia amorim, ,   

    Patrícia Amorim convidada para chefiar delegação de futebol feminino em Londres 2012 

    Apesar de a atividade no blog estar escassa, continuo de olho no que rola no mundo do futebol feminino… e continuo preocupada com os rumos da modalidade. Não apenas pelas três derrotas da seleção no torneio amistoso disputado entre Brasil, Canadá, Estados Unidos e Japão, mas por iniciativas como o convite à presidente do Flamengo para chefiar a delegação nas Olimpíadas de Londres.

    Nada contra a Patrícia Amorim, pessoalmente, mas sim ao que ela representa para o futebol feminino. Na única tentativa de iniciar a modalidade em seu clube, a presidente rubro-negra pagou um mico daqueles… Em 2011, ela contratou o ex-treinador do Santos Kleiton Lima e um elenco com 20 jogadoras, algumas com passagem pela seleção brasileira. Anunciado com destaque pela mídia esportiva, o ambicioso projeto seria bancado por um patrocinador (não divulgado) e tinha como meta trazer a rainha Marta para jogar no Brasil.

    O que quase ninguém soube é que o futebol feminino do Flamengo começou e acabou naquela entrevista coletiva. Após este evento, o elenco treinou em um CT no interior de São Paulo, mas nunca vestiu oficialmente a camisa rubro-negra. No único torneio que disputaram, treinador e jogadoras tiveram que atuar pelo Bangu porque o Flamengo não enviou representante às reuniões na FERJ e ficou de fora do Campeonato Carioca. Na época, a justificativa dada pelo presidente do Conselho Fiscal rubro-negro, Leonardo Ribeiro, foi de que “a presidente estava com muito trabalho e a situação ficou sem definição”.

    Em seguida, o clube divulgou que o objetivo era conquistar a Copa do Brasil Feminina para disputar a Libertadores com Marta no elenco. Mas, meses depois, o Flamengo anunciou o fim de um time de futebol feminino que nunca existiu na prática. E é a responsável por essa bagunça que a CBF quer colocar à frente da deleção de futebol feminino em Londres.

    Prefiro acreditar que o novo presidente José Maria Marin não conhecia este histórico de Patrícia Amorim e fez o convite por ela ser a única mulher à frente de um clube de futebol no Brasil. De qualquer forma, isso é só um retrato do descaso com que é tratado o futebol feminino na CBF. É uma modalidade que existe exclusivamente por exigência da FIFA, sem qualquer planejamento ou investimento. Lamentável.

     
    • Liliane Brum Ribeiro 10:43 on 02/04/2014 Permalink | Responder

      Por que pararam os posts? Gostaria de saber quem é o contato, pois estamos organizando um evento sobre futebol feminino no Rio de Janeiro durante a copa do mundo e nos interessa falar com vocês.

  • Menina da arquibancada 01:33 on 08/04/2011 Permalink | Responder
    Tags: CBF,   

    Flora Izabel denuncia boicote político da CBF 

    Foto: vooz.com.br

    Confirmados em janeiro pela Federação de Futebol do Piauí (FFP), os primeiros campeonatos femininos do estado podem não acontecer. A deputada local Flora Izabel denunciou que a federação está sofrendo um boicote político da CBF.

    Segundo a parlamentar, a Confederação suspendeu o envio de verbas ao futebol piauiense por não reconhecer a nova diretoria da FFP. O valor do prejuízo seria em torno de R$ 30 a R$100 mil reais mensais, que não chegam ao Piauí desde janeiro.

    “O boicote já começou a prejudicar o futebol. No sábado e domingo, por exemplo, a Federação deixou de realizar o torneio preparativo do Campeonato de Futebol Feminino por falta de recursos para pagar os árbitros.”, declarou Flora, que é defensora da modalidade no estado. É dela a proposta de lei que coloca jogos femininos como preliminares das partidas do campeonato piauiense. A deputada também vai sugerir para 2012 uma emenda ao Orçamento Geral do Estado que destinará recursos para os times de Futebol Feminino.

    Flora Izabel afirma que não pretende partidarizar a discussão, mas lutar para conseguir uma audiência com a CBF. “Não quero crer que haja dificuldade para sermos recebidos na CBF”. Saiba mais

    Esta situação coloca em xeque a declaração do Cel. Ronaldo, representante da Condeferação no encontro de futebol feminino do Rio. Segundo ele, as federações seriam as principais responsáveis por desenvolver a modalidade nos estados.

    Mas a federação do Piauí, mesmo fazendo o dever de cada, foi “premiada” com um corte de verbas que inviabilizou todo o projeto de futebol do estado. Se a CBF se diz incapaz de apoiar o futebol feminino, poderia pelo menos não atrapalhar.

     
  • Menina da arquibancada 03:17 on 27/03/2011 Permalink | Responder
    Tags: CBF, ,   

    I Encontro de Futebol Feminino do RJ 

    Formação de atletas, gestão, ética, patrocínios, profissionalização e divulgação do futebol feminino foram os principais temas debatidos no evento que reuniu dirigentes, treinadores, jogadoras e apoiadores da modalidade.

    Organizado pelo Vasco e pela Marinha, o encontro, realizado neste sábado, 26/3, traçou algumas propostas para o futebol feminino do Rio. Redução das taxas de adesão e organização de campeonatos locais estão as sugestões que serão levadas à federação estadual na próxima terça-feira, 29/3, quando clubes se reunirão para tratar do campeonato carioca 2011.

    No entanto, a principal conclusão do evento, para mim, foi a necessidade de organização entre profissionais que trabalham em prol do futebol feminino. Ficou clara a vontade comum de que a modalidade deslanche no Rio e no Brasil. Mas as constatações de problemas se sobrepuseram à busca de alternativas para resolvê-los.

    Como um jogo amarrado no meio campo, os clubes lançavam a responsabilidade para a CBF – representada pelo Coronel Ronaldo – que tocava de volta ou passava de lado para as federações locais, não representadas no encontro. Provocar esse debate entre profissionais envolvidos diretamente com o futebol feminino é fundamental.

    Só que mais importante é identificar ações práticas que possam contribuir com o densenvolvimento da modalidade, independentemente da CBF ou das federações locais. Por meio de um esforço conjunto, é possível mobilizar outros atores importantes no cenário do futebol feminino nacional e promover iniciativas independentes que façam crescer a modalidade como um todo.

    Por exemplo, falou-se sobre os custos de infraestrutura para um campeonato, que deveriam ser arcados pelos clubes ou pelas federações. Mas se os interessados em jogar um torneio se organizarem – propondo formato, datas e locais – seria possível apresentar um projeto de patrocínio da competição para uma ou mais empresas. A Bombrill fez isso recentemente, quando patrocinou o Torneio Internacional Cidade de São Paulo.

    As alternativas são muitas, mas uma não pode ser considerada: a de seguir aguardando que a CBF ou as federações tomem frente desta causa. O próprio Coronel Ronaldo afirmou que a entidade respira a Copa de 2014. Se o futebol feminino não quiser aguardar até 2015, as pessoas envolvidas com a modalidade devem somar esforços e promover iniciativas que desenvolvam a modalidade.

    Foi o recado que deixou Tadeu Correia, diretor de futebol sub-20 do Vasco e mediador do debate: “Este encontro só terá validade se cada um de nós sair daqui com o compromisso de modificar alguma coisa em prol do futebol feminino”. Concordo com ele. E acredito que com organização e disciplina é possível chegar no dia 14/5 – data prevista para o novo encontro – com propostas objetivas para serem colocadas em prática.

     
    • Leonardo Allevato 07:14 on 27/03/2011 Permalink | Responder

      Mariellen,
      Esse foi apenas o primeiro encontro e muitos outros serão necessários para que se atinja um nível de organização e desenvolvimento que permita à modalidade exposição na mídia e geração de negócios rentáveis como em outras modalidades. Mas esse é o caminho. Parabéns aos participantes que se mobilizaram e participaram ativamente do evento. Confira também http://bit.ly/nova_tendencia

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