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  • Menina da arquibancada 06:35 on 06/09/2016 Permalink | Responder
    Tags: , , , seleção feminina   

    A audiência do futebol feminino nas Olimpíadas Rio 2016 

    Que o time de Marta e cia causou furor entre torcedores e espectadores, não há dúvidas. A seleção brasileira feminina chegou a registrar mais pontos no Ibope do que a masculina.

    A empresa de mídia Kantar compilou em um infográfico dados da audiência do futebol feminino durante as Olimpíadas Rio 2016. Confira:

    info-ibope-Fut-Femi-V2

     
  • Menina da arquibancada 20:39 on 22/08/2016 Permalink | Responder
    Tags: , , , seleção feminina   

    “CBF sabota o futebol feminino” diz pesquisadora 

    Em entrevista ao jornal alemão Deutsche Welle, a pesquisadora Katia Rubio, autora de 24 livros sobre psicologia do esporte e estudos olímpicos, criticou duramente a forma como a Confederação Brasileira de Futebol conduz o futebol feminino no país. Leia o trecho em que ela fala sobre o tema:

    DW: Foi veiculado na imprensa que a CBF estuda desfazer o time permanente de futebol feminino. O que a senhora acha dessa atitude?

    Katia Rubio: Só mostra o tipo de gente à frente do esporte no Brasil. Por isso eu defendo que o futebol masculino saia das Olimpíadas e fique só o feminino. Porque elas, com toda a falta de estrutura, chegam a disputar uma medalha de bronze. Elas ficam na Vila Olímpica e criam uma relação com o movimento olímpico, algo que o futebol masculino não faz. Até quando as mulheres brasileiras vão ter que mendigar respeito e espaço no futebol? Isso tudo porque temos uma confederação que deliberadamente impede odesenvolvimento do futebol feminino no Brasil.

    DW: Por que é importante ter uma seleção permanente para as mulheres?

    Kátia Rubio: Os homens têm outro foco, que é a Copa do Mundo. As mulheres não têm isso, a única coisa que dá visibilidade para o futebol feminino brasileiro, que vive em uma eterna UTI, é a Olimpíada. Chega a Rio 2016, e a seleção feminina começa a ter mais visibilidade do que a masculina, isso é um tapa na cara dos dirigentes. Como pode uma seleção com tão pouco investimento ser tão querida pelo público? Eu tenho a impressão que o próprio técnico da seleção feminina, seguindo instruções, trabalhou para que elas não chegassem lá. A forma como ele escalou o time, deixando de fora meninas que eram fundamentais na organização da equipe… Há coisas que estão acontecendo lá dentro que o público não sabe. E elas, por temerem perder o pouco que têm, não denunciam. Enquanto não houver um movimento de valorização do esporte feminino, a gente não vai ver essas meninas ganharem medalhas.

    A pesquisadora afirmou ainda que o Brasil é uma “terra de atletas órfãos”. Leia a reportagem: http://www.jornalfloripa.com.br/noticia.php?id=373137

     
  • Menina da arquibancada 11:41 on 14/04/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , , kleiton lima, londres 2012, , patrícia amorim, , seleção feminina   

    Patrícia Amorim convidada para chefiar delegação de futebol feminino em Londres 2012 

    Apesar de a atividade no blog estar escassa, continuo de olho no que rola no mundo do futebol feminino… e continuo preocupada com os rumos da modalidade. Não apenas pelas três derrotas da seleção no torneio amistoso disputado entre Brasil, Canadá, Estados Unidos e Japão, mas por iniciativas como o convite à presidente do Flamengo para chefiar a delegação nas Olimpíadas de Londres.

    Nada contra a Patrícia Amorim, pessoalmente, mas sim ao que ela representa para o futebol feminino. Na única tentativa de iniciar a modalidade em seu clube, a presidente rubro-negra pagou um mico daqueles… Em 2011, ela contratou o ex-treinador do Santos Kleiton Lima e um elenco com 20 jogadoras, algumas com passagem pela seleção brasileira. Anunciado com destaque pela mídia esportiva, o ambicioso projeto seria bancado por um patrocinador (não divulgado) e tinha como meta trazer a rainha Marta para jogar no Brasil.

    O que quase ninguém soube é que o futebol feminino do Flamengo começou e acabou naquela entrevista coletiva. Após este evento, o elenco treinou em um CT no interior de São Paulo, mas nunca vestiu oficialmente a camisa rubro-negra. No único torneio que disputaram, treinador e jogadoras tiveram que atuar pelo Bangu porque o Flamengo não enviou representante às reuniões na FERJ e ficou de fora do Campeonato Carioca. Na época, a justificativa dada pelo presidente do Conselho Fiscal rubro-negro, Leonardo Ribeiro, foi de que “a presidente estava com muito trabalho e a situação ficou sem definição”.

    Em seguida, o clube divulgou que o objetivo era conquistar a Copa do Brasil Feminina para disputar a Libertadores com Marta no elenco. Mas, meses depois, o Flamengo anunciou o fim de um time de futebol feminino que nunca existiu na prática. E é a responsável por essa bagunça que a CBF quer colocar à frente da deleção de futebol feminino em Londres.

    Prefiro acreditar que o novo presidente José Maria Marin não conhecia este histórico de Patrícia Amorim e fez o convite por ela ser a única mulher à frente de um clube de futebol no Brasil. De qualquer forma, isso é só um retrato do descaso com que é tratado o futebol feminino na CBF. É uma modalidade que existe exclusivamente por exigência da FIFA, sem qualquer planejamento ou investimento. Lamentável.

     
    • Liliane Brum Ribeiro 10:43 on 02/04/2014 Permalink | Responder

      Por que pararam os posts? Gostaria de saber quem é o contato, pois estamos organizando um evento sobre futebol feminino no Rio de Janeiro durante a copa do mundo e nos interessa falar com vocês.

  • Menina da arquibancada 17:39 on 05/07/2011 Permalink | Responder
    Tags: copa américa, , , , , seleção feminina   

    Marta x Robinho, Neymar, Daniel Alves… 

    Diz muito esta charge publicada hoje no Jornal O Globo, do Rio de Janeiro. A ironia do título “Sem palavras” foi uma grande sacada de Chico Caruso.

    É verdade que a nossa seleção feminina não tem feito grandes partidas na Copa do Mundo, mas tem conseguido resultados melhores do que a seleção masculina na Copa América.

    Esta semana, os dois times entrarão em campo novamente: as meninas, quarta-feira, às 13h; os rapazes, no sábado, às 16h. Quem vocês acham que vai se sair melhor?

     
    • André 11:20 on 09/07/2011 Permalink | Responder

      Parece que a cada ano que passa esse título da seleção feminina no mundial é ainda mais importante para o futebol feminino. Não quero dizer que “elas” tenham que provar alguma coisa a quem quer que seja, mas é que dessa vez nem o mérito das jogadoras em relação aos jogadores não é tão prestigiado pelo país. Lembrando que ano que vem tem olympiada também!

  • Menina da arquibancada 12:19 on 19/06/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , , seleção feminina   

    Entrevista com Juliana Cabral, ex-zagueira da seleção feminina 

    Atualmente comentarista da Rede TV, no programa Belas na Rede, Juliana Cabral já tinha seu nome associado ao futebol feminino antes mesmo de ganhar a prata olímpica com a seleção, em Atenas. Ex-zagueira do Sport e do Corinthians, Juliana concedeu entrevista ao blog Pitaco Feminino.

    Ela lembrou o ínicio da sua relação com a bola, quando jogava com o irmão e os amigos – a contragosto da mãe – e falou sobre o fim da carreira, considerado precoce por muitos. Juliana também comentou a situação atual do futebol feminino no Brasil e a (má) preparação da seleção brasileira para o Mundial da Alemanha, que começa dia 26/6.

    “É uma seleção muito jovem, com algumas jogadores experientes, e que sofre com a falta de preparação para a competição. São poucos torneios disputados, quase nenhum amistoso com potências do cenário do futebol feminino e o curto tempo de preparação. Enfrentaremos seleções que estão acostumadas a jogarem entre si, com mais de 50 jogos amistosos, talvez – sem incluir número de jogos de torneios e seleções que muitas vezes são permanentes. Ou seja, se preparam o ano inteiro. Assim que acaba uma competição já começam a se preparar para outra, não esperam chegar o ano da competição.”, lamentou a ex-zagueira.

    Confira a entrevista da íntegra

     
    • André 13:35 on 19/06/2011 Permalink | Responder

      Olá Mariellen

      É possível imaginar a desilusão da Juliana com o tratamento que o futebol feminino recebe no Brasil, ja que ela falou do sonho de ser vista pelo pai na principal categoria do futebol. Além do sonho de jogar futebol e ter chegado tão longe. O que revolta é o contraste de um país que se diz “do futebol” e na prática não é bem assim.

      Por falar em contrate, nos EUA este esporte é considerado de mulher!
      Sobre o comentário de que a rede tv estaria interessada em transmitir o futebol feminino não deixa de ser um avanço, mas não sei se é possível esperar muito dessa oportunidade. Isso porque a qualidade dos comentaristas para o F.F é deprimente! A exemplo do Neto, que é da band, a forma como se narra/comenta o jogo é chato. Por exemplo, se uma atleta fizer uma jogada extraordinária, logo será comparada a jogadores, no sentido de que elas não tem méritos próprios. Ou seja, só é considerada um boa atleta se for do mesmo nível de x jogador. Pelo menos eu interpreto dessa maneira.

      Uma jogadora chamada Gláucia do Clube Atlético, que participa do campeonato paulista, fez um belo gol de bicicleta no último fim de semana. Foi a primeira vez que vejo esse tipo de jogada feita por uma mulher. Que fique o registro desse feito. Falta uma semana para a copa.
      Boa sorte para a Juliana e parabéns pela determinação no futebol. É de pessoas como ela que o esporte (em geral) precisa: uma pessoa que ama o que faz / faz por amor.
      tchal

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